Eternamente Menina

Janeiro 10 2005

...retiradas do baú das recordações...

 
Foto de Ricardo Tavares
 

 

Oh, meu amor,
é vão o teu desejo
de eu ficar indiferente,
calada, magoada.
O nosso amor,
o meu amor,
foi doçura,
foi loucura,

frenético,

alucinante.
Soube à aragem
de pinheiros,
à brisa do mar,
à velocidade da distância,
que percorreste sem pensar.
Esquecer-te?
Esqueceres-me?
Jamais será possível!
Quer queiras ou não,
viverás na saudade de
um Amor feito de palavras,
de sons,
do meu olhar,
no teu olhar,
de corpos suados,
de beijos molhados,
do teu corpo,
dentro do meu.
Esquecer-te não será fácil.
Esqueceres-me também não!
E sempre que a luz
vermelha se acender,
vais pensar que sou eu,
porque o teu coração,
quer queiras ou não,
lembrará sempre
esta paixão e
um Amor que foi teu.
publicado por Menina Marota às 21:44

Aaron... Que bom "ouvir-te" ler Neruda! Prometo colocar um dos teus favoritos aqui no Blog... Abraço :-)))menina_marota
(http://eternamentemenina.blogs.sapo.pt/)
(mailto:Menina_marota@sapo.pt)
Anónimo a 15 de Janeiro de 2005 às 01:47

***Tira-me o pão, se quiseres,

tira-me o ar, mas não

me tires o teu riso.***/Pablo Neruda.



aaron
</a>
(mailto:aaron@iol.pt)
Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 21:53

Mar Revolto, obrigada pela presença e pelas palavras, um beijo para ti também. :-)))

Dora... :-)))

Maria Branco, obrigada também a ti, com um beijo e um :-)))

DoceRebelde... lá vou retirando do meu baú, palavras que estavam esquecidas...Bj e obg pela presença :-)))


Manuel, meu doce amigo, a tua presença aqui, mata a saudade das tuas palavras. Beijo grande :-)))


Frog... há paixões que são inesquecíveis... mesmo quando já não existem! Beijo :-)))
menina_marota
(http://eternamentemenina.blogs.sapo.pt/)
(mailto:Menina_marota@sapo.pt)
Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 11:58

Só alguém apaixonado conseguiria escrever este poema!... Lindo...

BeijoFrog
(http://outravoz.blogspot.com)
(mailto:al.santos@netcabo.pt)
Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 09:35

Há tanto a dizer deste poema/
Há tanto a dizer de quem o vive ou viveu/
No meu desassossego, bem sabes/
Venho/
Qual gaivota de novo visitando a sua baía/
Qual jardineiro admirando o seu plantio/
Qual tipógrafo se afastando um metro do seu labor/
Descobrindo as cores do seu papel/
Qual pai a cabeça do filho afagando/
Qual amante na distante saudade/
Versos burilando/Manuel
</a>
(mailto:jope103@yahoo.com)
Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 00:07

Continua as "perquisas" nesse baú , pois demonstraste , com este poema , que ele contém maravilhas que nos deliciam. bjsdocerebelde
(http://Docerebelde.blogs.sapo.pt)
(mailto:DoceRebelde@hotmail.pt)
Anónimo a 10 de Janeiro de 2005 às 23:43

E que ainda se vive tão intensamente em ti.. Belissimo!! Muitos beijosMaria Branco
(http://cumplicidadespartilhadas.weblog.com.pt)
(mailto:branco_maria@hotmail.com)
Anónimo a 10 de Janeiro de 2005 às 23:33

Muito bem!Dora
(http://deliriosfemininos.blogs.sapo.pt)
(mailto:hipefeminina@sapo.pt)
Anónimo a 10 de Janeiro de 2005 às 23:13

Que coisa mais linda Menina! Feliz de quem tem um Baú desses!
Beijo enorme
Mar Revolto
(http://aromasdomar.blogspot.com)
(mailto:o_sextosentido@hotmail.com)
Anónimo a 10 de Janeiro de 2005 às 22:41

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Outras Eternidades