Sons de alma
21.06.13, Otília Martel
♥ Os sons de alma que chegam até mim, vindos de ti. A palavra saudade que escreves. A ternura que manifestas. O meu medo. O teu arrojo. Há esperança para nós? – Queres saber, insistentemente. Não te minto. Nos acordes da guitarra que tocas e, me mandas em arco-íris, cantas na tua voz doce a canção do bandido que não és. E perguntas-me: "Diz-me: E a ternura? Assusta-te?" Sorrio-te do lado de cá. Mas tu não sabes. ... também, em homenagem a (...)