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Eternamente Menina

Eternamente Menina

Ele aí está!

01.01.14, Otília Martel
2014 E que em cada um dos doze meses que o constituem, a esperança, a alegria e todas aquelas pequenas coisas que alimentam o dia a dia e que se traduzem em felicidade possam progredir e traduzir-se na concretização de alguns dos vossos sonhos e anseios.   E para começar o ano em poesia deixo-vos um poema que gosto muito de Carlos Drummond de Andrade porque transmite todo o meu pensamento.   Podem ouvi-lo ainda na voz de Luís Gaspar (...)

Carta ao Pai Natal

23.12.13, Otília Martel
     Escrevo-te na penumbra de um dia cinzento com o mar ao longe bramando a invernia dos dias.   Escrevo-te no gelo das ruas com gente; algumas, sorridentes e felizes,   tristes e mal amadas, muitas outras.   Escrevo-te no pedido sincero do meu coração para que olhes pelos pobres sem abrigo pelos velhos sem carinho pelas crianças sem pão.   Escrevo-te na (...)

Limites

29.06.13, Otília Martel
Há homens que se vendem por vaidade Há homens que se vendem por dinheiro Há até quem se venda um bocadinho E outros que se vendem por inteiro Uns crescem comprando a consciência Outros fabricando um futurozinho Para uns já perdi a paciência Para os outros não lhes quero ser nem vizinho   Vivo no lado norte extremo do orgulho Cavalheiro cavaleiro doutra idade Quando canto, atrevo a elegância Quando escrevo, atrevo a liberdade Não ergo as mãos por causas sibilinas (...)

Este é o momento!

06.06.13, Otília Martel
Victor Bregeda Este é o momento que o vento toca as marés e as gaivotas mergulham nas ondas.   Este é o momento de todos os desafios. De vertiginosamente rasgar o passado, vencer o medo e aceitar o combate.   Este é o momento da rotura, de alcançar o futuro  prometido e que nos foi roubado.   Este é o momento de querermos, lutarmos e vencermos.   Este é o momento!

para lá destas palavras

11.09.11, Otília Martel
de que servem as palavras se não abrirem janelas por onde o sol nos acorde para um novo amanhecer de que servem as palavras se não rasgarem caminhos por onde avancemos juntos na coragem de viver de que servem as palavras se apenas se limitarem a um pretexto vazio para nada mais fazer de que nos serve estar vivo se nos deixarmos morrer     Poema de Vieira da Silva*   *Poeta e Cantor de Intervenção Vieira da Silva partilha s suas palavras no Blogue Palavras com Sentido (...)

Alento

24.09.10, Otília Martel
Pintura de Michael Garmash   Mar... Ondas que se juntam em acordes de vento. No voar da gaivota livre ousado o sol docemente se entrega na paixão do seu alento.   Ao som dos búzios deixa-se embalar.